| INFARMED lança campanha sobre custo dos medicamentos |
| Sábado, 25 Julho 2009 18:37 |
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Lisboa, 13 Jul (Lusa) O Infarmed lança hoje uma nova campanha de informação que pretende alertar para o impacto que o custo dos medicamentos tem para os utentes, apresentando os medicamentos genéricos como "uma solução para reduzir essa despesa". "Não acha que estar doente já custa o suficiente?" é o mote da campanha que a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) promove até finais de Outubro para impulsionar a venda de medicamentos genéricos em Portugal, um mercado com "um valor anual que já ultrapassa os 600 milhões de euros". A campanha de informação, que será "maioritariamente desenvolvida em ambiente Web, vai ser divulgada através da Internet, distribuição de folhetos informativos (1,3 milhões) e seis mil cartazes colocados em centros de saúde, hospitais e farmácias de todo o país. Por correio serão ainda "remetidas 39 mil cartas com informações sobre as vantagens dos medicamentos genéricos a cerca de 31 500 médicos, 7 400 farmacêuticos e cem associações de doentes", refere o Infarmed em comunicado. Sobre à divulgação on-line da campanha, o Infarmed precisa que esta se baseia em "banners nos principais motores de busca (Sapo e Google), redes sociais e nos principais sites informativos dos órgãos de comunicação social", quer generalistas que especializados, prevendo-se, no conjunto, um "total de quatro milhões e 700 mil inserções até Outubro". A campanha contemplará ainda o envio de um e-mail com diversas informações sobre os medicamentos genéricos que será remetido a cerca de 8 500 médicos, 6 000 farmacêuticos e 4 000 utentes, precisa a Autoridade Nacional do Medicamento. No âmbito desta iniciativa será também realizado, pela primeira vez, em Setembro, um workshop on-line sobre genéricos e criado um "perfil associado aos medicamentos genéricos no Facebook e Twitter". O mercado de medicamentos genéricos em Portugal tem registado um crescimento "que neste momento corresponde a cerca de 14,9 por cento da quota de mercado de medicamentos (em número de embalagens vendidas)", segundo dados do Infarmed, que também refere que, no final de 2008, esta "quota situava-se nos 13,63 por cento". |